""Who Knew" é um single da cantora Pink, do álbum I'm Not Dead. Pink afirmou em uma entrevista para o programa holandês "Jensen" que "a musica fala sobre o término (morte) de uma amizade". Segundo a cantora um de seus amigos mais próximos morreu de overdose e a música retrata isso, como em um minuto você é tão próximo de uma pessoa e acha que estarão juntos para sempre e no minuto seguinte você se dá conta que isso não aconteceu. Quem diria...
A gravadora achou que o público se identificaria mais com a música se o clipe retratasse o relacionamento de um casal. O clipe se passa inteiramente em um parque de diversões, onde ocorrem tomadas que mostram a interpretação de Pink ao mesmo tempo que revelam a história de dois adolescentes onde subentende-se que o rapaz acaba por perder sua namorada ao entrar para o mundo das drogas."
Fonte: Wikipédia
Apesar da música ser sobre um amigo, para mim tu eras muito mais do que um amigo, na altura considerava-te o melhor namorado de sempre, e fiz tanta coisa por ti que nunca imaginei que alguma vez faria, um dos exemplos foi ir de comboio para uns bons quilómetros de minha casa sem que ninguém soubesse só para ir ter contigo, arriscava tanto por ti para depois acabares tudo porque ainda estavas interessado no teu ex...
"You took my hand
You showed me how
You showed me how
You promised me you'd be around
Uh huh
That's right
I took your words
And I believed
In everything
You said to me
Yeah huh
That's right"
Sempre fui ingénuo contigo, entreguei-me por completo e acreditei que tudo era perfeito entre nós. Acreditava nas tuas palavras, quando dizias que ias ficar comigo durante muito tempo porque nós nunca falávamos do "sempre"..."If someone said three years from now
You'd be long gone
I'd stand up and punch them out
Cause they're all wrong and
That last kiss
I'll cherish
Until we meet again
And time makes
It harder
I wish I could remember
But I keep
Your memory
You visit me in my sleep
My darling
Who knew"
Para que é que fui acreditar nisso tudo? Não passei de mais um para ti enquanto que para mim foste mais do que isso, apesar de ter sido pouco tempo eu fiquei a amar-te de uma maneira que nunca pensei ficar a amar alguém.Who knew"
Apesar de tantas desilusões, mentiras e sei lá mais o quê eu amo-te da mesma maneira que te amava, ninguém te vai conseguir substituir nos próximos tempos.
"I wish I could touch you again
I wish I could still call you friend
I'd give anything"
Tu fazias-me sentir bem e transmitias-me segurança quando estávamos juntos, mas a única conclusão que tirei foi que podias muito bem seguir carreira como actor, porque sinceramente representaste mesmo muito bem tudo aquilo por que passámos.I wish I could still call you friend
I'd give anything"
"Who Knew" that would end that way?
"Yeah yeah
I'll keep you locked in my head
Until we meet again
I'll keep you locked in my head
Until we meet again
Until we
Until we meet again
And I won't forget you my friend
What happened"
What happened"
Amo-te Diogo!
3 comentários:
Olá.
Primeiro de tudo, eu não te conheço.
Mas desde já e só por ler a descrição do blog, apercebi-me que és uma pessoa insegura, com muitos medos e opiniões, mas por outro lado tenta perceber o que vai na sua cabeça e tenta ser igual aos outros... Mas por outro lado, a força que tiveste logo e puseste na descrição ao dizeres à partida quem és, faz de ti também uma pessoa com muita força! Assim é que deve ser. Mas olha, digo-te já que não deves ter vergonha daquilo que és. Eu sei que é o que toda a gente diz e que é fácil de dizer, mas na prática não é assim tão fácil, mas sabes? Nunca vais ser feliz sem assumires ao mundo quem és e como és. Não sei se as pessoas à tua volta sabem do que és, mas se nunca o disseres não vais conseguir viver com esse peso. A sociedade hoje em dia está REPLETA de gente ignorante e não está habituada a ver pessoas do mesmo sexo juntas. Mas quê? As pessoas não interessam. Essas pessoas um dia vão perceber que os comentários que mandam são só postas de pescada enviadas para o ar que não interessam a ninguém. Não te deixes ir abaixo por isso. Tens é que deixar isso de lado e seguir o teu caminho ao lado dos que te respeitam e te admiram como és. Desculpa o meu desabafo mas odeio as pessoas que não respeitam as diferenças e isso é motivo para eu não gostar delas, à partida. Admiro-te muito, só pelo facto de conseguires transmitir o que sentes e saberes que és alvo de comentários de gente ignorante. Um beijinho grande e cheio de força.
Gostei muito do comentário da Hayley Bellamy, mas odiei quando ela disse "não sei se as pessoas à tua volta sabem do que és (...)" porque esse "do que és" dá a sensação que és outra coisa qualquer diferente dos outros e não és. És igual a toda a gente, só as tuas convicções sexuais é que mudam. Aliás quando eu disse que eras uma pessoa igual a toda a gente isso também supõe que há pessoas que não o podem ser, ou mesmo que tu não o podes ser ou que a gente é que é normal. Não sei se percebes o que eu estou a tentar dizer. Mas vou tentar explicar-me melhor. Às uns tempos houve um debate na minha escola sobre a geração à rasca e a conversa acabou por descambar para o assunto do casamento entre homossexuais (sei que és bissexual, mas isso supõe que também gostas de homens), o que me irrita profundamente, porque normalmente todas as conversas vão parar aí. Adiante, o que me irritou ainda mais é que uns parvalhões quaisquer disseram que os homossexuais não podiam casar porque se adoptassem crianças estavam a meter em causa terceiros, como se fossem criminosos e não conseguissem cuidar duma criança tão bem ou ainda melhor que pais heterossexuais. E o único argumento que tinham para oferecer é que podiam influenciar a orientação sexual da criança. Eu, como não sou de ficar calada, perguntei-lhe "E os pais heterossexuais também não influenciam a orientação sexual da criança? É que seguindo a tua teoria: se os pais influenciam a orientação sexual da criança, pensando que a maioria dos pais é heterossexual, não haveriam homossexuais. Portanto, o problema não é dos pais, se há homossexuais é porque as pessoas escolheram essa orientação sexual e tu não tens nada a ver com isso. Todos devem ter os mesmo direitos". Mas depois veio outra esperta que disse "Ai os meus pais estão divorciados e eu tive falta de uma figura paterna, por isso acho que os homossexuais não devem poder adoptar filhos." Outra pessoa, certamente mais inteligente, disse logo, e muito bem, que isso não interessava, porque nos casamentos homossexuais há sempre uma figura mais materna e uma figura mais paterna. No fim, um senhor também deixou a pergunta no ar "Nós ao dizer que os homossexuais ou os bissexuais são pessoas normais como nós não estamos a dizer também que nós, heterossexuais, é que somos normais? É que esse como nós soa um bocado mal, não acham?" Eu concordei. Não são pessoas normais como nós. São pessoas, ponto. Nós somos também pessoas, ponto. Não há cá eles nem há cá nós. A sério, é que há pessoas que defendem o direito dos homossexuais mas, inconscientemente, também os marginalizam, mesmo quando não têm intenção disso, isso é algo que devemos ter muito ciente.
Anyway, quanto ao facto de já teres falado com os teus pais, eu digo que acho que deves ser mais duro, menos preocupado com as palavras que usas, menos tudo, deves ser mais agressivo, mais directo, mais sem papas na língua. Tens que obrigá-los a ouvirem-te, tens que tentar chamar a atenção. É isso que nós fazemos. E o que eles devem fazer é ouvir-nos e cuidar de nós. A tentarem negar a situação, ao não tentarem compreender-te não estão a cuidar de ti, estão a negligenciar-te. Tens mesmo que te passar dos carretos. A sério. Eu normalmente dou concelhos mais moderados e sensatos. Mas julgo que ainda não conseguiste mostrar o teu ponto de vista: não desistas. Pelo menos, antes de atacares, tenta escrever-lhe uma carta e anexa alguns comentários do teu blog sobre a bissexualidade ou a homossexualidade ou ainda opiniões que defendam essas orientações sexuais, para eles não verem apenas o teu ponto de vista. Força :)
Eu acredito sinceramente que um dia as pessoas vão aceitar. O mundo está em constante evolução, não havemos de ficar uns limitados para todo o sempre, espero eu. De qualquer maneira, a esperança é a última a morrer. E no final de contas, o que interessa é a pessoa sentir-se bem consigo própria, não nos podemos rebaixar por opinião de terceiros. Quanto aos teus pais tenho a certeza que te amam muito, só estão ainda um bocadinho chocados, porque devem ter sido apanhados de surpresa. Mais dia menos dias já vão estar aptos a compreender-te. Enquanto isso não acontece ou vais à guerra ou dás-lhes descanso durante umas semanas, até tentares de novo. Boa sorte :)
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